Da Nova Arte de fazer Ruínas é inspirado no documentário, Havana – A Nova Arte de Fazer Ruínas, de Florian Borchmeyer e Matthias Hentscheler, que apresenta uma vivência singular das suas ruínas pelos seus habitantes. Havana é uma cidade que viveu nos últimos anos uma decadência económica, resultante do seu isolamento político e que se encontra espelhado na degradação do seu edificado. No entanto, os seus habitantes continuam a ocupar estes edifícios de múltiplas formas, reveladoras de uma grande capacidade de resiliência. A narrativa melancólica, construída em torno desta vivência, traduz uma dimensão afectiva e política do corpo num espaço e tempo de memória, evocando uma possível ‘ruína do mundo’.

Mais do que uma representação metafórica ou imagética da ruína, o projecto Da Nova Arte de Fazer Ruínas, pretende experimentar a abstração e translação das diferentes premissas associadas a um movimento de arruinamento e resiliência – erosão, repetição, fragmentação, acumulação, recuperação, destruição e reconstrução – na composição coreográfica e musical.

APRESENTAÇÕES

ESPAÇO DO TEMPO/BLACK BOX

- MONTEMOR-O-NOVO – 19 DE JUNHO 2017

ARQUIPÉLAGO/CENTRO DE ARTES CONTEMPORÂNEAS

- SÃO MIGUEL/AÇORES – 4 de OUTUBRO 2017

TEATRO THALIA

- LISBOA – 12/13 DE OUTUBRO 2017