Programa 2024

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A OSSO promove a circulação nacional e internacional dos seus projectos de criação, formação e programação, produzindo-os em rede com outros colectivos, instituições culturais ou universidades, nacionais e internacionais.


Concerto

6 de Janeiro

Sábado, 6 de Janeiro, os THE SELVA rumam ao Porto para um concerto integrado na programação do evento Microvolumes 4.42, organizado pela Sonoscopia Associacão. O grupo sobe ao palco às 18h30.

Nota biográfica:

THE SELVA é um trio de improvisação livre com Ricardo Jacinto no violoncelo, Gonçalo Almeida no contrabaixo e Nuno Morão na bateria. Formado em 2016, a sua música explora as interseções entre o alargado espectro musical de cada um dos seus membros, apresentando ao vivo um diálogo imprevisível e multi-idiomático. Em 2017, 2019, 2021 e 2024 editaram quatro discos pela Clean Feed e Shhpuma: The Selva, Canícula Rosa, Barbatrama e Camarão-Girafa.

Ricardo Jacinto: violoncelo
Gonçalo Almeida: contrabaixo
Nuno Morão: bateria

Mais informação sobre este projecto aqui.

Exposição

30 de Janeiro a 28 de Abril

O tom do pomar
[INVASOR ABSTRACTO #7]
OSSO colectivo + Júlio Pomar

Atelier-Museu Júlio Pomar
EXPOSIÇÃO-INSTALAÇÃO
30 de Janeiro a 28 de Abril de 2024

CONCERTO
12 de Abril de 2024

O Atelier-Museu Júlio Pomar apresenta “A Música do Pomar [INVASOR ABSTRACTO #7], um projeto expositivo realizado em parceria com o coletivo OSSO – Invasor Abstrato. 

Com direção artística de Ricardo Jacinto, a OSSO é uma estrutura coletiva que desde 2012 tem reunido artistas e investigadores de diferentes áreas (música e artes sonoras, artes plásticas, fotografia, dança, performance, design, arquitetura e cinema) e que tem vindo a desenvolver a sua atividade em torno do apoio à criação, investigação, programação e formação, predominantemente transdisciplinar, em colaboração com outros artistas e coletivos. Os seus projetos procuram explorar práticas artísticas em articulação com um pensamento crítico, estético e político que contemple a especificidade dos contextos e territórios nos quais se inserem. 

Valorizando aquilo que foi uma possibilidade do 25 de Abril – trabalho colaborativo, coletivo – esta exposição tem como elemento central uma pauta sonora realizada a partir do registo áudio de Júlio Pomar a trabalhar no seu ateliê.  

Em 2013, Tiago Pereira realiza “Só o Teatro é real”, um filme/documentário sobre Júlio Pomar que contou com a colaboração de Ricardo Jacinto na elaboração de uma composição musical original para o filme. Ricardo Jacinto registou o som do artista Júlio Pomar a trabalhar no seu ateliê, em Lisboa. A partir desse registo, foi construída uma banda-sonora para o filme que serve, agora, de ponto de partida para a exposição-instalação “O tom do pomar”. A OSSO está sediada na região de Caldas da Rainha, zona onde Júlio Pomar desenvolveu trabalho durante a década de 1950. 

OSSO Colectivo

Focado no desenho de programas de instalações, performances e concertos, Invasor Abstracto é um projecto do OSSO colectivo que nesta sétima iteração conta com a participação de Rita Thomaz, Nuno Morão e Ricardo Jacinto, e que se propõe como um espaço de criação, reflexão e apresentação pública colectiva. 

Nas suas diversas iterações intersectam-se os territórios criativos de cada membro do colectivo, em viagens imaginadas entre o seu centro criativo (Aldeia de São Gregório, Caldas da Rainha) e os espaços e comunidades que os acolhem. Invasor Abstracto tem sido a expressão nómada do OSSO colectivo e emerge de um fluxo criativo compartilhado em rede por estes artistas-viajantes.

Nesta ocupação do Atelier-Museu Júlio Pomar propomos estabelecer um conjunto de vizinhanças entre uma selecção do seu acervo de desenho e as nossas observações sonoras e visuais dos territórios social, natural, simbólico e material que “enxertam” o pomar da OSSO com o Pomar do Júlio. 

Ainda que do pomar se colha a fruta, este é um Pomar transitório, colectivo, colorido, habitado pelo diálogo e o confronto. Pomar de múltiplas matérias, experiências e impressões, intelectuais e sensíveis. Pomar de fruta “feia” mas também território de saberes transdisciplinares, colectivo, feito e produzido – plantado, enxertado, nutrido, regado, podado, pulverizado, colhido – por diversas mãos. 

Daremos assim continuidade ao desenho de um território imaginário que se apresentará numa exposição-instalação e num concerto, enquanto eventos que documentam os traços da ocupação (multidimensional, fragmentária, dispersa) de um lugar sem centro ou coordenadas fixas.

mais informação sobre este projecto aqui:

Residência

11 a 17 de Março

Residência do projecto Invasor Abstracto na Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão.

“Focado no desenho de programas de instalações, performances e concertos, Invasor Abstracto é um projecto do OSSO colectivo, com a participação de Nuno Morão, Ricardo Jacinto e Rita Thomaz , que se propõe como um espaço de reflexão, criação e apresentação colectiva, através de uma rede de diálogos entre os 3 membros e os diferentes lugares por estes ocupados.”

Mais informação sobre este projecto aqui.

Concerto

12 de Abril

mais informação em breve.

Na Estrada

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Os Dias Abertos são um programa de actividades públicas que ocorrem no espaço de residências artísticas da OSSO e/ou noutros locais públicos da aldeia de São Gregório. Este programa foca-se na apresentação informal dos projectos desenvolvidos pelos artistas em residência e, pontualmente, integra outros convidados.
Com diversas modalidades de apresentação estes programas podem incluir oficinas, concertos, exposições, filmes, conversas e programas de rádio, refeições comunitárias ou quaisquer outras formas de apresentação informal à comunidade dos projectos e artistas em residência na OSSO.


Dia Aberto

5 de Abril

Na OSSO

Oficina Aberta para crianças
Exposição: RITA THOMAZ e TERESA CAREPO
Concerto: Gustavo Costa
OSSO BAR: chef HUGO BRITO

 

Dia Aberto

6 de Abril

Na OSSO
Oficina de Modelação com Cerâmica e Fibras Naturais para crianças com TERESA CAREPO

 

No SALÃO DE SÃO GREGÓRIO
Concerto: Zé Cruz com Sebastião Bergman, Ricardo Jacinto e Tiago Martins
Concerto:  Jutta Ravenna
OSSO BAR: chef HUGO BRITO

Dias Abertos

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O projecto EIRA foi pensado como uma plataforma Rádio para residências artísticas. Esta plataforma pode ser acedida em FM 101.0 MHz, (na Aldeia de São Gregório, Caldas da Rainha e arredores) ou na NET, em www.osso.pt. A EIRA tem como propósito o acolhimento a residências de criação, formação e programação que tenham por base o contexto radiofónico e as suas mutações contemporâneas. A sua vocação é eminentemente laboratorial, experimental e de envolvimento comunitário, dando continuidade aos processos de crítica e prática sobre Território que o colectivo OSSO tem desenvolvido.

A programação da Eira centra-se num projecto de Rádio temporário disponível para ser escutada na aldeia, e arredores, nos períodos definidos. Esta programação inclui música ao vivo, conversas com e sobre membros da aldeia e da região, oficinas e projectos radiofónicos de artistas, investigadores e colectivos convidados.


Rádio Eira

30 de Março a 6 de Abril

RÁDIO EIRA #14
25 de Março a 6 de Abril

Difusão contínua em eira.osso.pt e em FM 89.6 MHz, na zona de São Gregório (Caldas da Rainha), com emissões em directo das 18h às 22h. A décima quarta edição da EIRA decorre de 25 de março a 6 de Abril e conta com a participação da violoncelista  Joana Guerra, o multi-instrumentista Zé Cruz, apresentação do arquivo sonoro OSSA, concertos em direto de Gustavo Costa, Zé Cruz e MOVE e finaliza em conversa com o Chef Hugo Brito.

Para ouvir em:
FM 89.6MHz (São Gregório e arredores)
Streaming em  eira.osso.pt.

Mais informação sobre o projecto EIRA e as eduções anteriores, aqui.

Rádio EIRA

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Destinada a crianças e jovens, a Escola dos Labirintos é um projecto de formação do OSSO colectivo, ancorado na criação de itinerários de actividades oficinais, expositivas e performativas, directamente articuladas com as condições materiais, imateriais, sociais e culturais do contexto de acolhimento. Neste âmbito, pequenos grupos de crianças terão a oportunidade de experimentar um conjunto de actividades onde a música, o desenho, a escultura, o teatro, o som, o vídeo, a rádio ou a arquitectura se articulam em jogos e dispositivos híbridos de criação e fruição colectiva.

Apelando à imaginação das crianças através de um contacto criativo com as especificidades do contexto envolvente, sempre mediado pela subjetividade e sensibilidade de cada artista-formador, esta é uma escola feita de labirintos onde todos serão convidados a, mais do que procurar uma saída, experimentar o prazer da deriva alimentada pela curiosidade e deslumbramento.


Oficina com a Escola

19 de Janeiro

Tinturaria Natural e Tecelagem
19 de Janeiro


Oficina de tinturaria natural com corantes provenientes da flora local de São Gregório. Vamos tingir fios de lã, lã cardada e fibras vegetais (como a palma, palha de arroz e caniços) com pigmentos de plantas recolhidas no jardim da OSSO. Depois, vamos utilizar estas fibras tingidas e combiná-las na tecelagem em teares de cartão e ainda experimentar fiar a lã cardada com fusos de suspensão.

Nota biográfica: Alice Albergaria Borges (Lisboa, 1997) estudou Produção Artística Têxtil, na Escola Artística António Arroio (Lisboa), e licenciou-se em Design Têxtil na Chelsea College of Arts (University of the Arts London). Em 2015, desempenhou o papel principal do filme ‘Colo’, de Teresa Villaverde. Atualmente frequenta o Mestrado Design de Produto na ESAD.CR. Trabalha como tecedeira independente, numa prática que se dirige principalmente à exploração, preservação e partilha de técnicas têxteis tradicionais – numa abordagem contemporânea – com especial atenção para a sustentabilidade na produção têxtil. Cria objetos têxteis sobretudo por encomenda, utilizando exclusivamente fibras naturais, tingidas à mão com ingredientes também naturais, tanto para fins úteis como contemplativos.

Oficina temática

20 de Janeiro

Oficina de Tinturaria Natural e Tecelagem
20 de Janeiro – 11h00-13h00

Oficina de tinturaria natural com corantes provenientes da flora local de São Gregório. Vamos tingir fios de lã, lã cardada e fibras vegetais (como a palma, palha de arroz e caniços) com pigmentos de plantas recolhidas no jardim da OSSO. Depois, vamos utilizar estas fibras tingidas e combiná-las na tecelagem em teares de cartão e ainda experimentar fiar a lã cardada com fusos de suspensão.

Nota biográfica: Alice Albergaria Borges (Lisboa, 1997) estudou Produção Artística Têxtil, na Escola Artística António Arroio (Lisboa), e licenciou-se em Design Têxtil na Chelsea College of Arts (University of the Arts London). Em 2015, desempenhou o papel principal do filme ‘Colo’, de Teresa Villaverde. Atualmente frequenta o Mestrado Design de Produto na ESAD.CR. Trabalha como tecedeira independente, numa prática que se dirige principalmente à exploração, preservação e partilha de técnicas têxteis tradicionais – numa abordagem contemporânea – com especial atenção para a sustentabilidade na produção têxtil. Cria objetos têxteis sobretudo por encomenda, utilizando exclusivamente fibras naturais, tingidas à mão com ingredientes também naturais, tanto para fins úteis como contemplativos.

Oficina Aberta

26 de Janeiro

Oficina Aberta com OSSO Colectivo | 16h às 19h 

A OFICINA ABERTA da OSSO quer ser um espaço de utilização livre e autónoma para as crianças, onde estas podem desenvolver pequenos projectos individuais ou colectivos através da exploração das possibilidades oficinais que a OSSO oferece: gravação e edição de som e imagem, emissão rádio, pintura e gravura, impressão e corte a laser, fabricação manual em madeira e outros materiais leves, entre outras práticas tecnológicas. Para ajudar a criança a encontrar a sua autonomia e explorar a sua imaginação teremos um grupo de monitores-artistas sempre presente nestes períodos oficinais.

Informações gerais e inscrições para o email: oficinas@osso.pt
Contribuição para oficina: 3€ por oficina

Mais informação sobre o projecto Escola dos Labirintos aqui.

Oficina com a Escola

16 de Fevereiro

Construção de Máscaras com fibras vegetais
16 de Fevereiro – 14h às 15h300

Na continuidade da Oficina realizada em Janeiro, vamos imaginar e construir máscaras com fibras, folhas e outros materiais vegetais tingidos através da tinturaria natural. Com esses disfarces será que ficaremos uns bichos do mato?

Nota Biográfica: Eneida Lombe Tavares (Barreiro, PT) é formada em Design de Produto pela ESAD.CR. Vive e trabalha no seu atelier nas Caldas da Rainha. Participou em diversas exposições colectivas pela Europa, Brasil e Cabo Verde. Tem colaborado com marcas portuguesas de design, veículo para a participação em feiras como a Maison et Objet, Milan Design Week ou Ambiente Frankfurt. Procura, a partir dos materiais, técnicas artesanais e outros rituais, encontrar trânsitos entre Portugal e os seus países de origem, Angola e Cabo Verde. Tem também desenvolvido trabalho em parceria com outros designers, artesãos, artistas e instituições de âmbito cultural.

Oficina temática

17 de Fevereiro

Oficina de Construção de Máscaras com fibras vegetais
17 de Fevereiro – 11h00/13h00

Na continuidade da Oficina realizada em Janeiro, vamos imaginar e construir máscaras com fibras, folhas e outros materiais vegetais tingidos através da tinturaria natural. Com esses disfarces será que ficaremos uns bichos do mato?

Nota Biográfica: Eneida Lombe Tavares (Barreiro, PT) é formada em Design de Produto pela ESAD.CR. Vive e trabalha no seu atelier nas Caldas da Rainha. Participou em diversas exposições colectivas pela Europa, Brasil e Cabo Verde. Tem colaborado com marcas portuguesas de design, veículo para a participação em feiras como a Maison et Objet, Milan Design Week ou Ambiente Frankfurt. Procura, a partir dos materiais, técnicas artesanais e outros rituais, encontrar trânsitos entre Portugal e os seus países de origem, Angola e Cabo Verde. Tem também desenvolvido trabalho em parceria com outros designers, artesãos, artistas e instituições de âmbito cultural.

Oficina Aberta

23 de Fevereiro

Oficina Aberta com OSSO Colectivo | 16h às 19h 

A OFICINA ABERTA da OSSO quer ser um espaço de utilização livre e autónoma para as crianças, onde estas podem desenvolver pequenos projectos individuais ou colectivos através da exploração das possibilidades oficinais que a OSSO oferece: gravação e edição de som e imagem, emissão rádio, pintura e gravura, impressão e corte a laser, fabricação manual em madeira e outros materiais leves, entre outras práticas tecnológicas. Para ajudar a criança a encontrar a sua autonomia e explorar a sua imaginação teremos um grupo de monitores-artistas sempre presente nestes períodos oficinais.

Informações gerais e inscrições para o email: oficinas@osso.pt
Contribuição para oficina: 3€ por oficina

Mais informação sobre o projecto Escola dos Labirintos aqui.

Oficina com a Escola

15 de Março

Música e Organologia
15 de Março – 14h00 às 15h30

Zé Cruz é trompetista, compositor e coleccionador de instrumentos musicais. A partir da sua coleção, que inclui exemplares de várias regiões do mundo (Marrocos, Mali, Burkina Faso, China, Irão, Brasil, Peru, Cuba, Índia, Sérvia ou Ilha da Reunião), vamos explorar as suas origens, histórias e sonoridades. Viajaremos pelo mundo acompanhados pelo som de múltiplos instrumentos tradicionais. Esta oficina culminará numa sessão de improvisação musical em grupo.

Nota biográfica: Zé Cruz (Lisboa, 1992). Licenciado em Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada e Produtor Musical pela ETIC. Músico multi-instrumentista, compositor, produtor e professor. Começou a estudar música aos 13 anos e a actuar ao vivo aos 14. Tem mais de 100 instrumentos de todos os cantos do mundo. Fundou os ‘They Must be Crazy’ e produziu os álbuns ‘Mother Nature’ e ‘Khayalan’. Festivais internacionais: “Ding in Balance” (China, 2019), “Le Rêve de L’Aborigène” (França, 2015), “Griasdi World Music Festival” (Áustria 2018). Em 2021, compôs a banda sonora original para duas curtas metragens e uma longa – “Vórtice”, de Guilherme Branquinho, venceu melhor curta portuguesa no MOTELX 2022. Integra projectos como Expresso Transatlântico, Ela Li e Gabriel Pepe. Gravou com Criatura, Bandua, Fred, Conan Osiris, Mariana Root, Tempura the Purple Boy, Golden Slumbers, Meses Sóbrio, Órfelia, Farra Fanfarra, Pás de Problème, Dream People, Charanga, Funk Orquestra (Brasil), Matsumoto Zoku (Japão), Rollin Thorne (Peru), Oghene Kologbo (Nigéria) ou Philip Catherine (Bélgica).

Oficina temática

16 de Março

Oficina de Música e Organologia
16 de Março – 11h às 13h

Zé Cruz é trompetista, compositor e coleccionador de instrumentos musicais. A partir da sua coleção, que inclui exemplares de várias regiões do mundo (Marrocos, Mali, Burkina Faso, China, Irão, Brasil, Peru, Cuba, Índia, Sérvia ou Ilha da Reunião), vamos explorar as suas origens, histórias e sonoridades. Viajaremos pelo mundo acompanhados pelo som de múltiplos instrumentos tradicionais. Esta oficina culminará numa sessão de improvisação musical em grupo.

Nota biográfica: Zé Cruz (Lisboa, 1992). Licenciado em Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada e Produtor Musical pela ETIC. Músico multi-instrumentista, compositor, produtor e professor. Começou a estudar música aos 13 anos e a actuar ao vivo aos 14. Tem mais de 100 instrumentos de todos os cantos do mundo. Fundou os ‘They Must be Crazy’ e produziu os álbuns ‘Mother Nature’ e ‘Khayalan’. Festivais internacionais: “Ding in Balance” (China, 2019), “Le Rêve de L’Aborigène” (França, 2015), “Griasdi World Music Festival” (Áustria 2018). Em 2021, compôs a banda sonora original para duas curtas metragens e uma longa – “Vórtice”, de Guilherme Branquinho, venceu melhor curta portuguesa no MOTELX 2022. Integra projectos como Expresso Transatlântico, Ela Li e Gabriel Pepe. Gravou com Criatura, Bandua, Fred, Conan Osiris, Mariana Root, Tempura the Purple Boy, Golden Slumbers, Meses Sóbrio, Órfelia, Farra Fanfarra, Pás de Problème, Dream People, Charanga, Funk Orquestra (Brasil), Matsumoto Zoku (Japão), Rollin Thorne (Peru), Oghene Kologbo (Nigéria) ou Philip Catherine (Bélgica).

Oficina Aberta

22 de Março

Oficina Aberta com OSSO Colectivo | 16h às 19h 

A OFICINA ABERTA da OSSO quer ser um espaço de utilização livre e autónoma para as crianças, onde estas podem desenvolver pequenos projectos individuais ou colectivos através da exploração das possibilidades oficinais que a OSSO oferece: gravação e edição de som e imagem, emissão rádio, pintura e gravura, impressão e corte a laser, fabricação manual em madeira e outros materiais leves, entre outras práticas tecnológicas. Para ajudar a criança a encontrar a sua autonomia e explorar a sua imaginação teremos um grupo de monitores-artistas sempre presente nestes períodos oficinais.

Informações gerais e inscrições para o email: oficinas@osso.pt
Contribuição para oficina: 3€ por oficina

Mais informação sobre o projecto Escola dos Labirintos aqui.

Oficina Aberta

5 de Abril

Oficina Aberta com OSSO Colectivo | 16h às 19h 

A OFICINA ABERTA da OSSO quer ser um espaço de utilização livre e autónoma para as crianças, onde estas podem desenvolver pequenos projectos individuais ou colectivos através da exploração das possibilidades oficinais que a OSSO oferece: gravação e edição de som e imagem, emissão rádio, pintura e gravura, impressão e corte a laser, fabricação manual em madeira e outros materiais leves, entre outras práticas tecnológicas. Para ajudar a criança a encontrar a sua autonomia e explorar a sua imaginação teremos um grupo de monitores-artistas sempre presente nestes períodos oficinais.

Informações gerais e inscrições para o email: oficinas@osso.pt
Contribuição para oficina: 3€ por oficina

Mais informação sobre o projecto Escola dos Labirintos aqui.

Oficina temática

6 de Abril

Oficina de Modelação com Cerâmica e Fibras Naturais
6 de Abril – 11h às 13h

Os participantes serão apresentados ao mundo da cerâmica, aprendendo as técnicas tradicionais de modelação em barro. Combinando a cerâmica com as fibras naturais, cada criança será convidada a explorar as qualidades plásticas e sensíveis desses materiais, através da construção de pequenos objetos.

Teresa Carepo (1976) vive e trabalha em Lisboa. Em 2008, iniciou o seu percurso em Escultura, no Ar. Co- Centro de Arte e Comunicação Visual. Desde 2010 que participa em exposições individuais e colectivas, das quais se destaca: a exposição colectiva Limbo, na Plataforma Revólver (Lisboa, 2012); a exposição colectiva “ATIRAR PEDRAS À LUA”, no Espaço AZ, (Lisboa,2015); o Projecto Estudos do Labirinto, com curadoria de Cláudia Ramos, onde expôs com Francisco Tropa, no Museu Nacional de Etnologia (Belém-Lisboa,2018); a exposição individual “Branco Chumbo”, no CAV- Centro de Artes visuais(Coimbra 2019); a exposição colectiva “O azul floresce na sombra” com Xana Sousa na Appleton-Associação Cultural(Lisboa,2020); e a exposição individual “Branca e Pura Transmutação” no Museu da Luz, aldeia da Luz (Mourão, 2021). Em 2018 foi convidada a integrar a plataforma digital UmbigoLab. Está presente em algumas colecções particulares e públicas: Colecção de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa; Colecção de Arte Contemporânea da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian.

Informações gerais e inscrições para o email: oficinas@osso.pt
Contribuição: 3€ por oficina

Mais informação sobre o projecto Escola dos Labirintos aqui.

Escola dos Labirintos

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Para 2024 teremos um conjunto alargado de artistas e coletivos convidados, em residência no nosso espaço, focados essencialmente no desenvolvimento de projectos dedicados a inquirir e dialogar com a especificidade do território da aldeia de São Gregório, e da sua comunidade. Por outro lado, prosseguimos com o acolhimento e apoio a projectos de artistas associados, perspectivando o desenvolvimento das suas pesquisas bem como a sua circulação.

Ao longo deste ano a OSSO convida o público a conhecer e interagir com os seus projectos residentes através da apresentação de actividades públicas como concertos, oficinas, edições, emissões de rádio e open studios.


Residência

8 a 12 de Janeiro

Desenvolvimento de uma instalação utilizando como recurso central a luz e a sua reflexão em diferentes materiais e cores, aliadas à manipulação da mesma através de sinais enviados por corpos externos.

Nota biográfica: Angela Bismarck nasceu em 1994 e é designer de iluminação portuense.Reside em Lisboa. Especializou-se em Fotografia Analógica na Escola Artística Soares dos Reis e licenciou-se em Cinema na Universidade Católica Porto – Escola das Artes. Fez design de iluminação para artistas como Adriana Calcanhoto, Pedro Mafama, Moullinex & GPU Panic, Linda Martini, Ana Bacalhau, Rita Vian, First Breath After Coma, Sarah Mccoy, Xinobi, Emmy Curl e Surma. Mais recentemente trabalhou na criação de uma instalação luminosa e plástica, em 4 concertos instalativos da banda Surma e construiu uma estrutura de iluminação cênica para ser utilizada nos espetáculos do músico Salvador Sobral. Paralelamente desenvolve atividade como Diretora de Fotografia em várias curtas-metragens tais como as mais recentes curtas de Diego Braga e Ágata de Pinho, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian e Universidade Católica do Porto. Chefiou durante três anos o departamento de imagem como responsável criativa da produtora Bubble Creative Studio.

 

Residência

15 a 19 de Janeiro

Onze anos após o sucesso da apresentação de Sopa Nuvem (prémio Momix) no festival Spectacles en Recommandé, a Companhia Caótica regressa a França em 2024 para a digressão do espetáculo Crevescer. A residência na OSSO, entre 15 e 19 de janeiro, será o último momento para finalizar a preparação para a tour francesa, com a participação de Caroline Bergeron (encenadora), os intérpretes António-Pedro e Tiago Barbosa, e a técnica e intérprete Melânia Ramos.

A Caótica, fundada em 2009 pela encenadora-autora Caroline Bergeron e pelo músicocineasta António-Pedro, é uma companhia multidisciplinar que cria espetáculos, formações, filmes e outras experiências artísticas para crianças, jovens, famílias e adultos. Desde o seu início, a Companhia produziu 22 espetáculos multidisciplinares – onde cruzou música, documentário, cinema de animação, marionetas, teatro, arte sonora, gastronomia, poesia, ciência, instalação, performance ou arte digital – e 15 objetos visuais, entre documentários, curtas, videoclipes e instalações vídeo, exibidos e premiados em festivais nacionais e internacionais. A singularidade artística da Companhia é reconhecida na continuada colaboração com várias entidades de programação – CCB/Fábrica das Artes, Culturgest, Fundação Calouste Gulbenkian, Artemrede, LU.CA., Teatro Municipal do Porto/Paralelo – e, a nível internacional, nas extensas digressões pela Europa – França, Espanha, Suiça, Bélgica – e apresentações noutras latitudes, como China, Angola ou Brasil.

Mais informação aqui

Residência

22 a 29 de Janeiro

O projecto integra as práticas de Tobias como clarinetista baixo, improvisador e compositor. Em contraponto ao som, surgirá uma componente visual através de vídeo pré-gravado e editado, recorrendo a imagens inéditas realizadas na região das Caldas da Rainha. O trabalho de vídeo terá como objetivo transformar uma estrutura linear numa narrativa circular, enquanto o som irá inspirar-se nesse carácter circular e transformá-la numa história linear.

Nota biográfica: Originário da Alemanha, Tobias Klein, saxofonista e compositor, vive em Amesterdão desde o início dos anos 90. O seu trabalho reflecte a diversidade cultural da capital holandesa. A complexidade rítmica e melódica da sua música é aliada a uma franqueza emocional desarmante. As estruturas que lembram a música composta contemporânea combinam-se com técnicas cíclicas na música do Sul da Ásia, do Médio Oriente e da África Ocidental. Klein é diretor artístico do grupo Spinifex, sediado em Amesterdão. Apresenta-se regularmente com o trio Almeida/Duynhoven/Klein, com o quarteto Dalgoo, que inclui os músicos berlinenses Meinrad Kneer, Lothar Ohlmeier e Christian Marien), em duo com o clarinetista Oguz Büyükberber e em trio com a pianista Marta Warelis e o baterista Frank Rosaly. O trabalho de Tobias Klein foi gravado em mais de 40 CDs. Klein trabalhou com, entre outros, Chris Speed, Claudio Puntin, B.C. Manjunath, Claron McFadden, Jozef Dumoulin, Benoït Delbecq, John Dikeman, Steffen Schorn, Jeb Bishop, Jasper Stadhouders, Ches Smith e Oguz Büyükberber.

Residência

31 de Janeiro a 25 de Fevereiro

Esta residência parte do desejo de criar um arquivo de cores e fibras vegetais, provenientes da flora de São Gregório. A ideia de incorporar a matéria-prima do ambiente circundante, no processo criativo, tem sido, ao longo do último ano, alvo de um pesquisa intensa a que Rita Thomaz se tem dedicado.
O desafio feito a Teresa Carepo, vem no sentido de pensar o seu trabalho de escultura, partindo das premissas deste processo de investigação.

Rita Thomaz (1979) vive e trabalha entre Lisboa e São Gregório. O seu trabalho centra-se na exploração da superfície do papel e das diferentes possibilidades de trabalhar relações entre as camadas onde actua, recorrendo a dispositivos de exposição originais que activam uma maior articulação entre essa superfície e o espaço envolvente

Teresa Carepo (1976) vive e trabalha em Lisboa. “O seu trabalho, pelos suportes e materiais a que recorre, inscreve-se inequivocamente no campo da escultura, por vezes parecendo desafiar as suas condicionantes intrínsecas, como se pudesse superar o peso dos materiais, tornando-os leves e impalpáveis.”

Mais informação:
www.ritathomaz.com | https://arquivo.osso.pt/projectos/objecto-desenho/
https://teresacarepo.wixsite.com/teresacarepo

Rádio Eira, Residência

12 a 16 de Fevereiro

Na residência artística na Eira – Plataforma Rádio, o foco estará na experimentação vocal, acompanhada igualmente pelo violoncelo, um harmónio e um gravador. Traçar partituras presentes e futuras, cá fora e lá dentro apalpar com a voz, registar a madeira roçada, reverberar a paisagem, tornar o corpo em vagas e deixar que a espuma abra o seu caminho.

Nota biográfica: Joana Guerra é violoncelista, compositora e cantora portuguesa, cuja paixão pela experimentação a tem levado a colaborações regulares com inúmeros músicos de diferentes géneros. Editou quatro discos do seu trabalho homónimo a solo, datando o último lançamento de 2020, com “Chão Vermelho” (Miasmah Records). Integra vários projetos no espectro da música exploratória e improvisada (The Alvaret Ensemble, Lantana, Joana Guerra & Gil Dionísio), para além de outras colaborações com Joelle Léandre, Surma, João Pais Filipe, Gume, Ricardo Jacinto, Victor Herrero, Lula Pena, Yaw Tembe, Asimov, Tiago Sousa ou Pop Dell’Arte. Joana movimenta-se em diversos contextos artísticos enquanto compositora e performer. Na dança, com Madalena Victorino, Marina Nabais, Clara Andermatt e João Lucas; no teatro, com a Companhia João Garcia Miguel e com a Companhia Hotel Europa.

Residência

26 de Fevereiro a 1 de Março

‘Eartha Quit” – Este é um projeto entre o teatro, Jazz e a música electrónica experimental, que se dedica a questionar a romantização do que é ser um artista negro numa indústria comercial extremamente ‘cis-branca’, partindo da vida e obra da artista do entretenimento Eartha Kitt.

Nota biográfica: Cire Ndiaye (1999-) iniciou o percurso na música como violinista aos 9 anos. (2011- ) – Prosseguiu a formação na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo. Entre 2015 e 2020, fez parte da Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). 2017 – Ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa. 2018/19 – Fez voluntariado no NOVOS HORIZONTES, da OCP, passando a professora assistente de. 2020 – Co-criou o espetáculo ”Côco & Pétalas delicadas”. Foi selecionada para o espetáculo ”A Carta”, de Mónica Calle. 2021- Fez parte do projeto Desordem do Conceptual Branco, tocou com a Puta da Silva, lançou o álbum ‘’Xando’’ com As Docinhas. Co-criou a curta metragem ‘’CIRE’’ com Hanna Santos, projeto selecionado para o festival de video-poesia de Atenas, Grécia. Participou como intérprete na peça ‘’Carapinha”. 2022 – Co-criou e interpretou a peça ’’Wow’,’ de Sónia Baptista. É atriz na peça vencedora da 4a edição da Bolsa Amélia Rey Colaço: ‘’Another Rose’’, de Sofia Santos Silva. Trabalhou com Odete, no TNDMII, e na Plataforma Revólver. 2023 – Elenco de NAU NAU MARIA, peça de Alice Azevedo, inserida na Odisseia Nacional do TNDMII, realizou o Another Rose, no Forúm Cultural do Seixal e participou no 17th Curso Internacional de Música Antiga da ESMAE.

Residência

4 a 30 de Março

“Se não souber para onde vou, qualquer caminho serve” – Projecto que propõe a composição de uma meta-banda sonora para um caminho (imaginário ou real) e, com isso, explorar e conjugar todos os instrumentos musicais da vasta colecção de Zé Cruz. Unindo o guembri, kalimba, santoor, trompete,ngoni ou bansuri, vai criar e fundir ambientes electrónicos e paisagens sonoras com o acústico e orgânico destes instrumentos.

Residência com Sebastião Bergmann, Tiago Martins, Ricardo Jacinto, Hugo Valverde, Miguel Simões.

Zé Cruz (Lisboa, 1992). Licenciado em Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada e Produtor Musical pela ETIC. Músico multi-instrumentista, compositor, produtor e professor. Começou a estudar música aos 13 anos e a actuar ao vivo aos 14. Tem mais de 100 instrumentos de todos os cantos do mundo. Fundou os ‘They Must be Crazy’ e produziu os álbuns ‘Mother Nature’ e ‘Khayalan’. Festivais internacionais: “Ding in Balance” (China, 2019), “Le Rêve de L’Aborigène” (França, 2015), “Griasdi World Music Festival” (Áustria 2018). Em 2021, compôs a banda sonora original para duas curtas metragens e uma longa – “Vórtice”, de Guilherme Branquinho, venceu melhor curta portuguesa no MOTELX 2022. Integra projectos como Expresso Transatlântico, Ela Li e Gabriel Pepe. Gravou com Criatura, Bandua, Fred, Conan Osiris, Mariana Root, Tempura the Purple Boy, Golden Slumbers, Meses Sóbrio, Órfelia, Farra Fanfarra, Pás de Problème, Dream People, Charanga, Funk Orquestra (Brasil), Matsumoto Zoku (Japão), Rollin Thorne (Peru), Oghene Kologbo (Nigéria) ou Philip Catherine (Bélgica).

Residência

18 a 21 de Março

‘partes . extra . partes’ será um espetáculo-instalação desenvolvido a partir do conceito de “organologia instrumental forense” (em ressonância com as ideias da Forensic Architecture), e procurará, na análise detalhada de um instrumento musical histórico (uma guitarra romântica do séc. XIX restaurada pelo luthier Orlando Trindade nas Caldas da Rainha que será tocada no espetáculo), traçar e mapear as relações e lógicas extractivistas e coloniais que estão na base da sua construção (e de muitos instrumentos ocidentais).

Nota biográfica: Luís José Martins é um artista multidisciplinar, guitarrista, compositor, arranjador e improvisador. O seu percurso tem-se desenvolvido em áreas tão diversas como a música contemporânea e o formato canção. Nestes dois campos, a sua abordagem musical tem sido marca distintiva nos projetos em que participa, tanto em Deolinda, como em Cara de Espelho, Almost a Song, Powertrio e Turbamulta. Estudou guitarra clássica em Lisboa, Paris, Orléans e Castelo Branco, onde concluiu a licenciatura neste instrumento. Desenvolve com Joana Sá, desde 2000, um longo trabalho colaborativo na criação de música para teatro, cinema, projetos para a infância, etc…Foram ambos coordenadores da área da música do CENTA – Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas, onde realizaram intenso trabalho com a comunidade. Conceberam em conjunto e partilham a direção artística do projeto interdisciplinar ‘à escuta:’, desenvolvido em aldeias do Parque Natural da Serra da Estrela.

 

Rádio Eira, Residência

25 de Março a 6 de Abril

Errant Sound, plataforma fundada por Brandon LaBelle em 2010, e dedicada ao trabalho experimental em artes sonoras, incluindo a instalação, performance, trabalho de campo, voz, rádio e práticas de espacialização. Do seu extenso e rico arquivo resultará um programa de rádio pleno de exploração.

Nota biográfica: Jutta Ravenna nasceu em 1960, em Dusseldorf, estudou artes plásticas e música em Dusseldorf e Berlim. Trabalha como artista sonora com objectos cinéticos. Na intersecção das artes visuais e da música, explora as qualidades intermodais da percepção na relação entre o ver e o ouvir. A artista concebe normalmente as suas instalações em relação a uma situação concreta no local. Desde 1994 trabalha em lagos, estaleiros desativados, uma fábrica de gelatina, igrejas e mosteiros antigos, edifícios de rádio e universidades. Jutta Ravenna está representada em numerosas exposições no país onde habita e no estrangeiro. Também está em festivais como o Festival de Cinema de São Paulo, Goethe Center Santa Cruz, Bolívia, Klangturm St. Polten, DARB Center 1718, Cairo, Egipto, Sound Art Gallery SA, Gallery Moscovo, Festival de Musica e Luz de Berlim, Villa Contarini Pádua, Deutsche Telekom Berlim, Akademie der Kunste Belrim. Ravenna foi coiniciadora da série “Klangkunst im Dialog” (1996) e curadora do festival “Sonifications”, 2017, da Sociedade de Música Nova de Berlim. É membro do grupo de arte sonora Errant Sounds desde 2016.

Mais informação sobre Errant Sound aqui. 

 

Residências

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A OSSO é uma estrutura colectiva que desde 2012, tem vindo a desenvolver a sua actividade em torno do apoio à criação, programação e formação artística, predominantemente transdisciplinar, em colaboração com outros artistas e colectivos, suportada por parcerias públicas e privadas. Os seus projectos, de cariz acentuadamente experimental, procuram explorar práticas artísticas em articulação com um pensamento crítico, estético e político que contemple a especificidade dos contextos e territórios nos quais se inserem.

Depois de ter estado na Fundição de Oeiras (2012–15) e na sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa (2016–17), em 2018 a OSSO mudou-se para um novo espaço na aldeia de São Gregório, Caldas da Rainha, inaugurando um espaço para Residências Artísticas, compreendendo o acolhimento de projectos e artistas associados ou outros convidados. Este espaço é o centro de um conjunto de actividades nas áreas da criação, formação e programação artística em articulação com parceiros locais, nacionais e internacionais, sempre atento à comunidade e território rural onde se insere, e ao potencial impacto dos seus projectos em outras geografias e comunidades mais distantes.

A OSSO pretende deste modo ser um ponto de encontro entre artistas, fomentando o estabelecimento de redes nacionais e internacionais de estruturas e artistas congéneres, dialogando activamente com a comunidade local e perspectivando sempre a contínua construção e manutenção de um Lugar onde os processos de criação artística são as fundações de um projecto social, político e ecológico de raiz comunitária.

Desde a sua constituição a OSSO tem mantido um arquivo detalhado dos seus diversos projectos que pode ser acedido em www.arquivo.osso.pt.

Direcção e Programação: Rita Thomaz, Ricardo Jacinto, Nuno Morão
Direcção Artística: Ricardo Jacinto
Direcção Gestão: Rita Thomaz
Direcção Técnica: Nuno Morão
Produção: Liliana Ferreira
Produção (oficinas): Maria Graça
Centro de documentação e Loja: Ivo Santos
Documentação: João Quirino, Inês Gomes e Joana Rodrigues
Design Gráfico: Alexandra Borges
Técnica:  Lucas Keating
Monitores (oficinas): Rita Olivença, Lucas Resende e Laura Santos

Estrutura financiada por:

Osso

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